Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/143743
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dc.contributor.otherBoura, Ana Isabel
dc.contributor.otherCardoso, António Barros
dc.contributor.otherTedim, Fantina
dc.contributor.otherMartins, Maria Felisbela
dc.contributor.otherBraga, José Luís
dc.contributor.otherOliveira, Leandro Dias de
dc.contributor.otherRamos, Maria da Conceição Pereira
dc.contributor.otherRemoaldo, Paula
dc.creatorPina, Helena
dc.date.accessioned2022-09-08T13:10:15Z-
dc.date.available2022-09-08T13:10:15Z-
dc.date.issued2022
dc.identifier.othersigarra:559402
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/143743-
dc.descriptionApesar das ameaças e destruições a que tem sido sujeita, persiste no planeta terra uma multiplicidade de ecossistemas, embora em perda de biodiversidade. Não obstante, o mais comum é a conjugação de territórios dinâmicos e multifuncionais, com outros em declínio, onde o desenvolvimento e a sustentabilidade são postos em causa. Neste contexto, em que é indelével o reflexo das alterações climáticas e da intervenção humana, aumenta também a consciencialização destas problemáticas, bem como a necessidade de uma intervenção global. Assim, despontam estratégias que apostam num desenvolvimento inclusivo que realça a preservação das paisagens e do património, para além da revitalização dos quadros sociais. Perante este cenário, são de referência obrigatória os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, instituídos em 2015 pela ONU, que visam um desenvolvimento responsável, plasmado na "Agenda 2030", agora ainda mais imperativo dada a crise pandémica e as desigualdades que se reforçaram. Assim se projeta erradicar a pobreza, enquanto se promove o acesso equitativo à energia, à educação e aos serviços de saúde de qualidade. Privilegia-se também a criação de emprego digno e a eficiência energética, a conservação e a gestão dos recursos endógenos. Intenta-se, ainda, a promoção de instituições eficazes e de sociedades estáveis, onde a justiça e a saúde, a par da igualdade de géneros, sejam inequívocas e inclusivas. Em simultâneo, pretende-se também controlar a pandemia. Para tal exige-se uma convergência das políticas nacionais, onde as estratégias ambientais e sociais ganhem ascendência sobre as economicistas, envoltas num cenário onde a inovação e a ética, sustentadas em meios digitais, no aumento da literacia e na formação técnica, estejam presentes. Deste modo se caminhará para uma maior coesão territorial e uma forma mais eficaz de ultrapassar a crise sistémica que se instalou. Há, pois, que continuar a refletir sobre estes temas, sem se ignorar a sua complexidade e diversidade, correlacionando o espaço europeu com outros, com realce para o brasileiro, no âmbito do qual se sucedem projetos catalisadores. Assim, através das XVI Jornadas Internacionais sobre Grandes Problemáticas do Espaço Europeu, prossegue-se neste alinhamento, abordando problemáticas incisivas, atuais, num contexto operativo e sempre multidisciplinar e interuniversitário.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.titleXVI Jornadas Internacionais Grandes problemáticas do espaço europeu : programa e livro de resumos
dc.typeLivro de Atas de Conferência Internacional
dc.contributor.uportoFaculdade de Economia
dc.contributor.uportoFaculdade de Letras
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FLUP - Livro de Atas de Conferência Internacional

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