Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/135977
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dc.creatorSusana Piteira
dc.date.accessioned2022-09-08T06:39:15Z-
dc.date.available2022-09-08T06:39:15Z-
dc.date.issued2020
dc.identifier.issn2447-1313
dc.identifier.othersigarra:482640
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/135977-
dc.descriptionAlberto Carneiro, Fernando Lanhas e Clara Menéres, abriram em Portugal, no Século XX, um campo de trabalho entre a arte e o território, definindo novas géneses artísticas a partir da natureza. Neste artigo, a obra de Carneiro, revela aproximações às acções artísticas que, a partir de uma nova atitude perante a natureza, informam sobre componentes intrínsecas da prática da arte e da escultura, através do território. Numa leitura do país, as obras em causa abriram caminho às gerações de artistas mais novos, em consonância com tendências internacionais contemporâneas. Pesquisando a paisagem, Carneiro associa a actividade de escultor com práticas da jardinagem e da horticultura, procura equivalências do sentir estético no vazio como forma de conhecimento e eternidade, entre a arte e o ritmo espontâneo da natureza, articulando a prática da escultura com problemas de espaço e construção e com um saber-fazer manual. Em cerca de quarenta anos, Portugal mudou radicalmente, esta obra documenta-o evocando o país rural (memória) e país actual (ausência)
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.titleEntre a floresta e o jardim: Alberto Carneiro e o amanho da terra
dc.typeArtigo em Revista Científica Internacional
dc.contributor.uportoFaculdade de Belas Artes
dc.identifier.doi10.20396/visuais.v6i1.13709
Appears in Collections:FBAUP - Artigo em Revista Científica Internacional

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