Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/127011
Author(s): Juan Pablo Guzmán Muzante
Title: Fortaleza Mental: Estado del Arte, Medición y Alcance Predictivo Sobre el Rendimiento Deportivo de Jóvenes Deportistas Chilenos.
Issue Date: 2020-04-20
Abstract: Mental toughness is a psychological construct that has been frequently considered a critical aspect of sporting success. However, over the years, several theoretical and methodological problems have been identified in its study, including its conceptual definition and the difficulty of establishing causality in these research studies. Thus, the question arises as to whether these problems are connected with the way the conceptual definitions were constructed (e.g. Is sporting performance part of them? Is mental toughness uni or multidimensional?). In addition, are these problems connected to the way in which research on this subject has been carried out over time, and are theoretical and methodological problems connected to each other? Additionally, there are gaps in the literature about whether mental toughness is a state or a trait and if it is invariant among populations and with respect to its relationship with sporting performance. Consequently, the general objective of this thesis is to contribute to the progress of research in this field of knowledge by trying to clarify some of the issues mentioned above. To this end, a systematic review of the literature on mental toughness in sport was first performed, to analyze and discuss the conceptual and methodological features of previous studies on this topic. Next, we sought to verify the psychometric properties of two of the most used instruments to assess mental toughness - uni and multifactorial structures respectively - and to verify their invariance in two different samples. Finally, the predictive and explanatory capacity of mental toughness on sporting outcomes was evaluated - in addition to analyzing whether this construct is a state or a trait - through a longitudinal study. The findings of the first research study showed that scientific production has been increasing during the last 16 years. Most of the articles analyzed were empirical, with a quantitative approach, non-experimental and cross-sectional design, and a descriptive and correlational scope of study. Most of the papers used a multidimensional structure in their definition of mental toughness and included sporting performance in that definition. The findings suggest that conceptual and methodological issues in the study of mental toughness are connected. With respect to the results of the second study, only the Mental Toughness Scale proved to be a reliable, valid and invariant in terms of the competitive context, but not depending on the country. Although the unidimensional conception of mental toughness is the one that statistically best fits the data, there are also indications that the structure is multidimensional. Regarding the results of the third research study, the data demonstrated that there are no significant differences in mental toughness between the four measurements taken in the study and that the competitive phase did not predict mental toughness, suggesting that mental toughness has enduring properties across contexts and time. In addition, the data indicated that mental toughness is a positive and statistically significant predictor of high intensity distance and game points and a negative and statistically significant predictor of accelerations and decelerations. Therefore, these findings seem to support the idea that mental toughness represents an important psychological construct that influences athletic success. It should also be noted that throughout the thesis critical proposals were made that are hoped to be innovative, highlighting important gaps in the available literature and thus seeking to contribute to the progress of research in this field of knowledge. Keywords: Mental toughness, assessment, sporting performance.
Description: A robustez mental é um construto psicológico que tem sido frequentemente considerado um aspeto crítico no sucesso desportivo. No entanto, ao longo dos anos, vários problemas teóricos e metodológicos foram identificados no seu estudo, tanto em relação à sua definição concetual como na dificuldade de estabelecer causalidade nessas investigações. Assim, surge a problemática em esclarecer se tais problemas estão ligados à forma como as definições conceituais foram construídas (Ex.: O desempenho desportivo faz parte delas? É a robustez mental uni ou multidimensional?); à forma como as pesquisas sobre esse assunto foram realizadas ao longo do tempo; e se os problemas teóricos e metodológicos estão conectados entre si. Além disso, existem lacunas no conhecimento sobre se a robustez mental é um estado ou um traço, se é invariável entre as populações e qual a sua relação com o desempenho desportivo. Consequentemente, o objetivo geral desta tese é contribuir para o progresso do conhecimento nesse domínio, tentando esclarecer algumas das questões mencionadas. Para este fim, numa primeira fase foi realizada uma revisão sistemática da literatura sobre robustez mental no desporto, para analisar e discutir as características conceituais e metodológicas de estudos anteriores sobre este tema. De seguida, procurou-se verificar as propriedades psicométricas de dois dos instrumentos mais utilizados para avaliar a robustez mental, um com estrutura unifatorial e outro com estrutura multifatorial, e verificar sua invariância em duas amostras diferentes. Por fim, foi avaliada a capacidade preditiva e explicativa da robustez mental nos resultados desportivos, procurando também esclarecer se esse construto é um estado ou um traço através de um estudo longitudinal. As conclusões do estudo inicial mostraram que a produção científica tem aumentado nos últimos 16 anos. A maioria dos artigos analisados foram de caráter empírico, com abordagem quantitativa, delineamento não experimental e transversal, e tipo de estudo com âmbito descritivo e correlacional. A maioria das pesquisas empregou uma definição multidimensional de robustez mental, que incluiu o desempenho desportivo. Os dados sugerem que os problemas conceituais e metodológicos deste tópico estão conectados entre si. No que diz respeito aos resultados do segundo estudo, dos instrumentos avaliados, apenas a Mental Toughness Scale mostrou-se confiável, válida e invariante dependendo do contexto competitivo, mas não em função do país. Embora a conceção unidimensional da robustez mental seja a que melhor se ajustou estatisticamente aos dados, também houve indicações de que a estrutura é multidimensional. Em relação aos resultados da terceira investigação, não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre os níveis de robustez mental avaliados nos quatro momentos e as fases competitivas não previram robustez mental, sugerindo que esse construto possui propriedades duradouras ao longo do tempo e contextos. Além disso, os dados indicaram que a robustez mental tem sido um preditor positivo e estatisticamente significativo na distância percorrida e pelos pontos marcados por atletas durante o jogo. Por outro lado, tem sido um preditor negativo no que diz respeito às acelerações e desacelerações pelos jogadores. Assim, estes resultados parecem suportar a ideia de que a robustez mental é um importante construto psicológico que influencia o sucesso desportivo. Ao longo deste manuscrito, foram feitas críticas que pretendem ser inovadoras, identificando lacunas na literatura disponível buscando contribuir para o progresso da pesquisa nesse domínio do conhecimento. Palavras-chave: Robustez mental, avaliação, desempenho desportivo. * Resumen La fortaleza mental es un constructo psicológico que ha sido considerado frecuentemente como un aspecto crítico del éxito deportivo. Sin embargo, a lo largo de los años, se han identificado diversos problemas teóricos y metodológicos en su estudio, tanto en relación con su definición conceptual como con la dificultad para establecer causalidad en estas investigaciones. De este modo surge la pregunta sobre si dichos problemas están vinculados a la manera en que las definiciones conceptuales han sido construidas (Ej.: Es el desempeño deportivo parte de ellas? Es la fortaleza mental uni o multidimensional?) o al modo en que la investigación sobre esta temática se ha realizado a lo largo del tiempo y si los problemas teóricos y metodológicos están conectados entre sí. Además, existen vacíos en el conocimiento sobre si la fortaleza mental es un estado o un rasgo, si es invariante entre poblaciones y con respecto a su relación con el desempeño deportivo. En consecuencia, el objetivo general de esta tesis es contribuir al progreso del conocimiento en este dominio, procurando esclarecer algunas de las cuestiones antes referidas. Para este fin, primero se realizó una revisión sistemática de la literatura sobre la fortaleza mental en el deporte, para analizar y discutir las características conceptuales y metodológicas de los estudios previos en este tema. A continuación, se buscó verificar las propiedades psicométricas de dos de los instrumentos más utilizados para evaluar la fortaleza mental, uno con estructura unifactorial y otro con estructura multifactorial y comprobar su invarianza en dos muestras distintas. Finalmente, se evaluó la capacidad predictiva y explicativa de la fortaleza mental sobre los resultados deportivos, intentando igualmente esclarecer si este constructo es un estado o un rasgo, mediante un estudio longitudinal. Los hallazgos del estudio inicial mostraron que la producción científica ha ido en aumento durante los últimos 16 años. La mayoría de los artículos analizados fueron empíricos, con un enfoque cuantitativo, diseño no experimental y transversal, y tipo de estudios con alcance descriptivo y correlacional. La mayoría de las investigaciones emplearon una definición multidimensional de la fortaleza mental la que incluía el desempeño deportivo. Los datos sugieren que los problemas conceptuales y metodológicos en este tema están conectados entre sí. Con respecto a los resultados del segundo estudio, de los instrumentos evaluados, sólo la Mental Toughness Scale resultó ser confiable, válida, además de invariante en función del contexto competitivo, pero no en cuanto al país. Si bien la concepción unidimensional de la fortaleza mental fue la que mejor se ajustó estadísticamente, también se encontraron indicios de que la estructura es multidimensional. En cuanto a los resultados de la tercera investigación, no se encontraron diferencias estadísticamente significativas entre los niveles de fortaleza mental evaluados en los cuatro momentos y las fases competitivas no predijeron la fortaleza mental, lo que sugiere que este constructo posee propiedades duraderas en el tiempo y contextos. Adicionalmente, los datos señalaron que la fortaleza mental ha sido un predictor positivo y estadísticamente significativo de la distancia recorrida a alta intensidad y de los puntos anotados, y negativo de las aceleraciones y de las desaceleraciones. Por lo tanto, estos hallazgos parecen sustentar la idea de que la fortaleza mental es un importante constructo psicológico que influye en el éxito deportivo. Se debe destacar igualmente que, a lo largo de la tesis, se realizaron propuestas críticas que pretenden ser innovadoras, identificando brechas en la literatura disponible, procurando así contribuir para el progreso de la investigación en este dominio del conocimiento.
Subject: Ciências da saúde
Health sciences
Scientific areas: Ciências médicas e da saúde::Ciências da saúde
Medical and Health sciences::Health sciences
DOI: 10.34626/74gd-hp38
TID identifier: 101485190
URI: https://hdl.handle.net/10216/127011
Document Type: Tese
Rights: openAccess
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