Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/112865
Registo completo
Campo DCValorIdioma
dc.creatorPatrícia Andréa Bastos Teixeira Lopes Couto Viana
dc.date.accessioned2025-11-12T02:44:31Z-
dc.date.available2025-11-12T02:44:31Z-
dc.date.issued2007-02-16
dc.date.submitted2018-07-12
dc.identifier.othersigarra:273465
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/112865-
dc.descriptionNo contexto da mudança do paradigma contabilístico para o justo valor e do processo de harmonização contabilística na União Europeia, esta dissertação analisa, por um lado, a distância entre as práticas contabilísticas das empresas e as normas IAS 32 e IAS 39 e, por outro, os determinantes da divulgação ao nível da contabilização de instrumentos financeiros. A análise é desenvolvida para todas as empresas cotadas portuguesas e para as empresas constituintes do índice STOXX 50. O estudo mostra que as empresas portuguesas têm ainda um longo caminho a percorrer, quer em termos das práticas de reconhecimento e de mensuração dos instrumentos fianceiros, quer em termos de divulgação, particularmente em relação aos derivados. Ambos os grupos de empresas estudados evidenciam descrições genéricas e qualitativas das políticas de gestão do risco e de controlo de actuação com derivados, tornando difícil a compreensão da informação. Quanto aos determinantes da divulgação, os resultados para as empresas portuguesas mostram que as empresas de maior dimensão, cotadas em mais do que uma bolsa e auditadas por empresas de auditoria internacionais se encontram mais próximas das exigências das IAS. Não se provou a influência das práticas de governo da sociedade e da estrutura de capitais no nível de divulgação. Relativamente às empresas STOXX 50, os resultados mostram que a dimensão, o tipo de cotação em bolsa, o endividamento e a importância dos accionistas determinam o nível de divulgação. No entanto, no âmbito dos factores ambientais, os resultados não confirmam que as empresas de países common-law apresentam níveis de divulgação superiores aos das empresas de países code-law. As empresas europeias globais tendem a adoptar as mesmas práticas em resposta a pressões institucionais comuns a organizações similares (isomorfismo mimético). Factores como o país de origem ou o seu sistema legal estão a perder poder explicativo das práticas de divulgação. Esta investigação revela relações interessantes entre as práticas de divulgação e vários factores, quer específicos da empresa, quer ambientais, mostrando a aplicabilidade relativa de teorias relevantes em contextos não estudados anteriormente. Mostra-se, adicionalmente, a necessidade de melhorias ao nível das políticas dos reguladores contabilísticos no contexto da adopção obrigatória das IAS.
dc.language.isoeng
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectEconomia e gestão
dc.subjectEconomics and Business
dc.titleAccounting for Financial Instruments: Emprirical Evidence from Europe
dc.typeTese
dc.contributor.uportoFaculdade de Economia
dc.identifier.doi10.34626/jrs2-ge95
dc.subject.fosCiências sociais::Economia e gestão
dc.subject.fosSocial sciences::Economics and Business
thesis.degree.disciplineCiências Empresariais
thesis.degree.grantorFaculdade de Economia
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level2
Aparece nas coleções:FEP - Tese

Ficheiros deste registo:
Ficheiro Descrição TamanhoFormato 
273465.docx
  Restricted Access
Accounting for Financial Instruments: Emprirical Evidence from Europe12.49 kBMicrosoft Word XMLVer/Abrir


Todos os registos no repositório estão protegidos por leis de copyright, com todos os direitos reservados.