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https://hdl.handle.net/10216/111912Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.creator | Amaral, C | - |
| dc.creator | Pereira, LG | - |
| dc.creator | Moreto, A | - |
| dc.creator | Sá, AC | - |
| dc.creator | Azevedo, A | - |
| dc.date.accessioned | 2018-05-15T12:27:04Z | - |
| dc.date.available | 2018-05-15T12:27:04Z | - |
| dc.date.issued | 2017 | - |
| dc.identifier.issn | 0870-2551 | - |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10216/111912 | - |
| dc.description.abstract | Introdução e objetivos: O tromboembolismo venoso, cujo risco está aumentado no doente cirúrgico, é uma causa evitável de morbimortalidade. O objetivo primário deste estudo foi estimar o risco de tromboembolismo venoso sintomático pós‐operatório global e por especialidade cirúrgica, num hospital terciário. Secundariamente, foram analisadas a gravidade e mortalidade dos eventos tromboembólicos. Métodos: Foi realizado um estudo retrospetivo para a identificação de casos de tromboembolismo venoso pós‐operatório intra‐hospitalar, codificados pela Classificação Internacional de Doenças – 9.ª revisão, pelos critérios da Joint Commission International. Foram incluídos episódios de internamento de doentes adultos, operados, no período 2008‐2012. Resultados: Em 67 635 episódios de internamento com cirurgia identificaram‐se 90 casos de tromboembolismo venoso pós‐operatório (mediana de idades: 59 anos), correspondendo a um risco de 1,33/1000 episódios (intervalo de confiança a 95% [IC95%], 1,1‐1,6/1000). A neurocirurgia apresentou maior risco (4,07/1000), seguida pela urologia e pela cirurgia geral p < 0,001. Houve 50 episódios de embolia pulmonar, dos quais 11 foram fatais. Dos 90 casos, 12,2% decorreram sob anestesia do neuro‐eixo e 55,1% em doentes em estado físico ASA III. Foi administrada dose profilática de anticoagulante injetável no pós‐operatório a, pelo menos, 37,7% dos doentes. O risco decresceu de 2008 até 2012. A mortalidade associada aos eventos de tromboembolismo venoso durante o internamento foi 21,1% (IC95%, 13,6‐30,4). Conclusões: O risco de tromboembolismo venoso sintomático pós‐operatório foi de 1,33/1000. A neurocirurgia apresentou maior risco. A mortalidade foi de 21,1%. | pt_PT |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.publisher | Elsevier | pt_PT |
| dc.relation.ispartofseries | Rev Port Cardiol, vol. 36(9), p. 609-616 | pt_PT |
| dc.rights | openAccess | pt_PT |
| dc.subject | Tromboembolismo venoso | pt_PT |
| dc.subject | Especialidades cirúrgicas - Risco | pt_PT |
| dc.title | Estudo TRomboEmbolismo Venoso pós‐Operatório (TREVO) – risco e mortalidade por especialidade cirúrgica | pt_PT |
| dc.title.alternative | The postoperative venous thromboembolism (TREVO) study – risk and case mortality by surgical specialty | pt_PT |
| dc.type | Artigo em Revista Científica Nacional | pt_PT |
| dc.contributor.uporto | Instituto de Saúde Pública | pt_PT |
| dc.identifier.doi | 10.1016/j.repc.2016.11.007 | - |
| dc.relation.publisherversion | https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0870255117302858?via%3Dihub | - |
| Appears in Collections: | ISPUP - Artigo em Revista Científica Nacional | |
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| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
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