Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/111705
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorCoelho, C-
dc.creatorAfonso, L-
dc.creatorOliveira, A-
dc.date.accessioned2018-04-23T16:28:14Z-
dc.date.available2018-04-23T16:28:14Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/111705-
dc.description.abstractÉ na infância que se formam os comportamentos alimentares, sendo os pais agentes cruciais neste processo. Os pais adotam práticas de controlo alimentar que influenciam a alimentação das crianças, no sentido de aumentar ou diminuir a sua ingestão, podendo desta forma comprometer o seu normal desenvolvimento ponderal. Com esta revisão pretende-se abordar as diferentes práticas parentais de controlo alimentar, centradas nos seus efeitos ao nível individual, identificando os instrumentos disponíveis para a sua avaliação e os vários estudos conduzidos para estabelecer uma associação entre estas práticas e o peso da criança. Para a condução desta revisão foi realizada uma pesquisa na base de dados PubMed®, complementada por uma pesquisa em snowball. Incluíram-se estudos longitudinais (observacionais ou experimentais) que abordassem a relação das práticas parentais de controlo alimentar com a ingestão ou peso/índice de massa corporal da criança em idade pré-escolar. As práticas parentais de controlo alimentar de crianças em idades precoces são frequentemente avaliadas através do Child Feeding Questionnaire, que inclui três domínios que incidem sobre a pressão para comer, a restrição e a monitorização. A associação entre as práticas parentais e o peso da criança tem sido inconsistente na literatura, dada a natureza transversal de muitos estudos, o que limita a avaliação da direção das associações, já que este efeito pode ser bidirecional, ou seja as práticas podem condicionar longitudinalmente o peso da criança, mas também podem ser exercidas em reação ao peso da criança. De um modo geral, a pressão para comer parece diminuir o peso da criança, enquanto a restrição alimentar parece aumentar o peso infantil. Ambas as práticas de controlo alimentar apresentam efeitos bidirecionais. Para a prática da monitorização, os resultados são ainda inconclusivos. O controlo encoberto parece associar-se positivamente com o peso da criança e o controlo explícito mostra uma associação negativa. O conhecimento acerca das práticas parentais de controlo alimentar e a sua complexa associação com o peso da criança pode servir de suporte para a implementação com êxito de programas de intervenção para prevenir e tratar a obesidade infantil, pelo que deve ser futuramente valorizado.pt_PT
dc.description.sponsorshipAndreia Oliveira é financiada pelo Contrato-Programa Investigador FCT IF/01350/2015, com Fundos FEDER através do Programa Operacional Competitividades e Internacionalização e Fundos Nacionais através da FCT - Fundação para a Ciência e a Tecnologia, cofinanciado pelo Programa Operacional Potencial Humano (POPH/FSE).pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherAssociação Portuguesa de Nutriçãopt_PT
dc.relation.ispartofseriesActa Portuguesa de Nutrição, vol. 9, p. 6-11pt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.subjectAlimentação - Criançaspt_PT
dc.subjectObesidade - Criançaspt_PT
dc.titlePráticas parentais de controlo alimentar: relação com o peso da criançapt_PT
dc.title.alternativeParental-Child Feeding Practices: Relation with Children's Weightpt_PT
dc.typeArtigo em Revista Científica Nacionalpt_PT
dc.contributor.uportoInstituto de Saúde Públicapt_PT
dc.identifier.doi10.21011/apn.2017.0902-
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