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https://hdl.handle.net/10216/10054Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.coverage.spatial | Porto | pt_PT |
| dc.creator | Mata, Maria Augusta Pereira da | pt_PT |
| dc.date.accessioned | 2009-05-15T12:47:39Z | pt_PT |
| dc.date.accessioned | 2012-06-26T17:07:43Z | - |
| dc.date.available | 2009-05-15T12:47:39Z | pt_PT |
| dc.date.available | 2012-06-26T17:07:43Z | - |
| dc.date.issued | 1999 | pt_PT |
| dc.identifier.other | 2600_TM | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10216/10054 | pt_PT |
| dc.description | Dissertação de Mestrado em Saúde Pública apresentada ao Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar da Universidade do Porto | pt_PT |
| dc.description.abstract | O estireno é um solvente orgânico amplamente usado na indústria, particularmente no fabrico de polímeros e plásticos reforçados. As exposições ocupacionais a este produto ocorrem principalmente por inalação. É posteriormente metabolizado pelo fígado nos ácidos mandélico e fenilglioxílico, que são excretados pela urina. Tal como outros solventes orgânicos, o estireno é tóxico para o sistema nervoso central e, provavelmente para o sistema nervoso periférico. Com o objectivo de determinar a prevalência de sintomatologia neurotóxica num grupo de trabalhadores "potencialmente expostos" ao estireno, foi desenhado um estudo transversal. Constituíram ainda objectivos do presente estudo, avaliar a associação entre a sintomatologia neurotóxica e a exposição ao estireno e, determinar o risco de desenvolvimento de sintomatologia neurotóxica no grupo de trabalhadores "potencialmente expostos" ao estireno. Para tal, foram estudados 48 trabalhadores, 25 dos quais pertenciam ao grupo dos "potencialmente expostos" a este solvente orgânico. Apesar deste estudo não confirmar a hipótese de que a exposição ao estireno seja causa de sintomatologia neurotóxica, foi possível observar que, nos trabalhadores estudados, existe mais sintomatologia depressiva (n=21) no grupo dos indivíduos "potencialmente expostos". Foi ainda possível observar que em média, existem mais alterações da atenção em indivíduos "potencialmente expostos". Embora os valores dos Odds Ratio e respectivos intervalos de confiança a 95% não demonstrem significado estatístico, os trabalhadores com mais anos de serviço parecem apresentar maior risco de padecer de ansiedade (OR=1,853;I.C. 95%=0,449-7,647) e de sofrer de alterações da memória (OR =3,556; I.C. 95% =0,765-16,528). Conclui-se ainda que os sintomas neurotóxicos se associam maioritariamente em torno das alterações da memória, das alterações da atenção e da depressão e que, as associações verificadas poderão estar influenciadas por exposições recentes. | pt_PT |
| dc.format.mimetype | application/pdf | pt_PT |
| dc.language | por | pt_PT |
| dc.publisher | Universidade do Porto. Reitoria | pt_PT |
| dc.rights | openAccess | pt_PT |
| dc.title | Efeitos neurotóxicos nos trabalhadores expostos ao estireno | pt_PT |
| dc.type | Dissertação | pt_PT |
| dc.contributor.uporto | Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar | - |
| dc.identifier.doi | 10.34626/k6cb-sr87 | - |
| thesis.degree.grantor | Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar | - |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | - |
| thesis.degree.level | 1 | - |
| dc.identifier.isni | https://isni.org/isni/0000000406209614 | - |
| dc.identifier.ror | https://ror.org/043pwc612 | - |
| Appears in Collections: | ICBAS - Dissertação | |
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| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| 2600_TM_01_C.pdf | Volume 01 Cores | 29 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
| 2600_TM_01_P.pdf | Volume 01 Preto & Branco | 6.35 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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