Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/9186
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dc.creatorRibeiro, Nuno André da Costapt_PT
dc.date.accessioned2011-02-07T10:39:03Z-
dc.date.available2011-02-07T10:39:03Z-
dc.date.created2006pt_PT
dc.date.issued2011-02-07-
dc.date.submitted2007-07-03pt_PT
dc.identifier.other040413010pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/9186-
dc.descriptionCiências Empresariaispt_PT
dc.descriptionMaster Programme in Management Sciencespt_PT
dc.descriptionO objectivo deste estudo consiste, essencialmente, em averiguar o modo como o prémio pago na tomada de posições accionistas varia em função da percentagem de acções adquiridas no negócio. Nas transacções que envolvem a transferência de controlo, é necessário ter em conta não só a dimensão da fracção adquirida, mas também a percentagem de acções da empresa alvo detida pelo adquirente previamente à compra, ou seja, o seu toehold. A expectativa é de que aos blocos conferidores de controlo deverão estar associados prémios de controlo superiores. Utilizando um conjunto de 162 aquisições de blocos de acções referentes a empresas cotadas nas bolsas AMEX, NASDAQ e NYSE, entre Janeiro de 2002 e Agosto de 2006, constata-se a inadequação estatística de uma especificação quadrática na variável percentagem adquirida + Toehold . Esta hipótese seria configuradora da existência de um prémio máximo, atingido que fosse um ponto crítico de controlo. O principal resultado a reter é que o prémio cresce linearmente com a percentagem de acções compradas no negócio. Com efeito, mantendo tudo o resto constante, um aumento de 10 pontos percentuais na percentagem adquirida leva a um aumento de 4,36 pontos percentuais no prémio pago. Esta evidência é parcialmente consistente com a existência de benefícios privados de controlo e com o argumento de que o controlo é valioso. Uma superior propriedade de acções incorpora maiores direitos de voto e, portanto, potencia uma maior influência na gestão e a possibilidade de daí se extraírem superiores benefícios privados. Este resultado é robusto a diversas especificações alternativas do modelo explicativo dos prémios. Todavia, este resultado é também consistente com a ideia de que um prémio maior será necessário simplesmente para motivar os accionistas a venderem as suas acções quando estes sejam relutantes a fazê-lo aos actuais preços ou com prémios mais reduzidos. Essa relutância poderá dever-se a diferentes expectativas ou a comportamentos de free-riding por parte dos accionistas [Grossman e Hart (1980)]. Adicionalmente, detectou-se evidência empírica de que os blocos conferidores de controlo são transaccionados com um prémio superior. Porém, esta última conclusão merece algumas reservas motivadas por questões relacionadas com a dimensão da amostra.pt_PT
dc.description.abstractThe aim of this work is essentially to study the way the premium paid in the acquisition of equity stakes varies according to the percentage of equity acquired in the deal. The transactions involving control transfers must take into account not only the size of the equity stake acquired but also the percentage of shares held before the purchase, usually called the toehold. One should expect that the acquisition of controlling blockholdings should be associated with higher control premiums. Using a set of 162 acquisitions of blockholdings in firms quoted in AMEX, NASDAQ and NYSE, between January 2002 and August 2006, we observe that a quadratic specification on shares acquired + toehold is statistically inadequate to explain the control premium. This hypothesis would configure the existence of a maximum premium, as a critical dimension of control was reached. The main finding is that the control premium tends to increase linearly as the fractional size of a block increases. In fact, holding other variables constant, the control premium rises about 4,36 percentage points as the result of an increase of 10 percentage points in the fractional size of shares acquired. This is partially consistent with the existence of private benefits of control and the argument that control has value, since a higher ownership incorporates more voting rights and, thus, leading to a superior influence in management and the possibility of extracting private benefits. This finding is robust to different alternative specifications for the determinants of premium. However, this result might also be in accordance with the idea that a larger premium is necessary simply to entice shareholders to sell their shares if these are reluctant to do so at current prices or when only small premiums are offered. Such attitude might be due to different expectations or free-riding behaviour by shareholders [Grossman and Hart (1980)]. Additionally, we find empirical evidence that controlling blocks are traded with a larger premium. However, this last conclusion should be interpreted cautiously, motivated by questions related with the size of the sample.pt_PT
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_PT
dc.languageporpt_PT
dc.publisherFaculdade de Economia da Universidade do Portopt_PT
dc.publisherFEPpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.subjectCIÊNCIAS EMPRESARIAISpt_PT
dc.subjectPortopt_PT
dc.titleO Efeito-Controle no Prémio pago em Tomadas de Posições Accionistaspt_PT
dc.typeDissertaçãopt_PT
Appears in Collections:FEP - Dissertação

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