Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/137863
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dc.creatorAna Rita Barbosa da Silva
dc.date.accessioned2022-02-26T00:14:39Z-
dc.date.available2022-02-26T00:14:39Z-
dc.date.issued2021-11-17
dc.date.submitted2022-02-25
dc.identifier.othersigarra:515820
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/137863-
dc.descriptionA pandemia da COVID-19 impôs uma série de restrições à ordem social, sendo decretado Estado de Emergência, obrigando a um confinamento e a um imposto distanciamento físico e, porventura, com consequências relacionais e emocionais. As relações românticas ressentiram os efeitos do distanciamento social. Entre estas, os pares de namorados/as que não coabitam, que vivem muitas vezes em áreas geográficas distintas, viram-se obrigados a estar longos períodos sem se aproximarem. Revelou-se, desta forma necessário que reinventassem formas de estar no relacionamento. Utilizando uma abordagem qualitativa, este estudo procura compreender de que forma as relações amorosas de jovens adultos foram sendo construídas ao longo do período de pandemia, tendo em conta as restrições impostas, em pares de namorados/as que não coabitassem. Foram entrevistados 15 pares de namorados/as separadamente (13 pares heterossexuais e 2 pares homossexuais), perfazendo um total de 30 participantes, com idades compreendidas entre os 18 e os 25 anos e cujo tempo de namoro variava entre 1 e 8 anos. A partir de uma entrevista semiestruturada, construída originalmente para o estudo, foram analisados os dados recorrendo-se à Análise Temática. Os resultados fazem sobressair as dificuldades em lidar com a distância física, sendo que os aspetos ligados ao toque foram considerados como primordiais na relação. Ao mesmo tempo, os participantes revelaram a necessidade de encontrar outras formas de construção da relação, menos dependentes da dimensão física. Os meios digitais desempenharam um papel importante na manutenção e resiliência no relacionamento, registando-se um incremento dos mesmos, nomeadamente, a nível de chamadas e videochamadas, e incitando à criatividade. Os participantes sublinharam que, com o período de afastamento, os seus relacionamentos cresceram, registando-se melhorias em dimensões como a comunicação.
dc.language.isopor
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleA construção da relação romântica em tempo de pandemia: um estudo qualitativo com jovens adultos
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.tid202802345
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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