<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>https://hdl.handle.net/10216/26705</link>
    <description />
    <pubDate>Sun, 15 Dec 2019 15:24:15 GMT</pubDate>
    <dc:date>2019-12-15T15:24:15Z</dc:date>
    <item>
      <title>O Princípio da Inércia</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/64707</link>
      <description>Title: O Princípio da Inércia</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/64707</guid>
      <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>O porto do Porto</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/67797</link>
      <description>Title: O porto do Porto
Abstract: A actividade portuária é historicamente vital para a cidade: justifica a sua localização, posicionou-a, deu-lhe relevância na região e no mundo e alimentou o seu desenvolvimento económico e urbano de modo contínuo desde a fixação dos primeiros povoados aos nossos dias. Hoje, esvaziado dessa função de "estrada de água", o rio Douro é, fundamentalmente, um suporte cenográfico que alimenta um impulso de urbanização onde a relação com o rio é radicalmente diferente dessa condição portuária: passeios turísticos de barco, esplanadas e percursos ribeirinhos, ou novos empreendimentos residenciais de luxo onde antes era armazém, fábrica ou entreposto.Com base nestas evidências construidas que ainda persistem, pretende-se com este trabalho a construção de uma narrativa que permita compreender e informar as transformações nas formas e dinâmicas que ocorrem no Douro pós "Faina Fluvial". Essas transformações ora são narradas em cronologias quase lineares marcadas por episódios marcantes (a função portuária antes do caminho-de-ferro; as modificações introduzidas pela industrialização; a localização de infraestruturas de transporte e produção de energia; as pontes e travessias, etc.), ora revisitam velhas tendências como a relação entre antigas quintas e casas de vilegiatura e os novos residentes que vieram com a nobilitação das margens do rio.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/67797</guid>
      <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

