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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>https://hdl.handle.net/10216/2033</link>
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    <pubDate>Wed, 05 Aug 2026 09:19:36 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-05T09:19:36Z</dc:date>
    <item>
      <title>Avaliação das aprendizagens no ensino profissional e tecnológico do Instituto Federal de Santa Catarina: concepções e percepções de estudantes e de professores</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/175940</link>
      <description>Title: Avaliação das aprendizagens no ensino profissional e tecnológico do Instituto Federal de Santa Catarina: concepções e percepções de estudantes e de professores</description>
      <pubDate>Fri, 24 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/175940</guid>
      <dc:date>2026-07-24T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Viver (n)a Comunidade: Contributos do Envolvimento Social para o Bem-Estar e Qualidade de Vida no Envelhecimento</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/175906</link>
      <description>Title: Viver (n)a Comunidade: Contributos do Envolvimento Social para o Bem-Estar e Qualidade de Vida no Envelhecimento</description>
      <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/175906</guid>
      <dc:date>2026-07-13T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Fear, Anxiety, and Perceptions about Death and Dying: Effects of a Caring for Life in death Program on Healthcare Professionals and Students</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/175460</link>
      <description>Title: Fear, Anxiety, and Perceptions about Death and Dying: Effects of a Caring for Life in death Program on Healthcare Professionals and Students</description>
      <pubDate>Fri, 10 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/175460</guid>
      <dc:date>2026-07-10T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Body image profiles: A person-centered approach to assess positive and negative body image in adolescence</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/174986</link>
      <description>Title: Body image profiles: A person-centered approach to assess positive and negative body image in adolescence</description>
      <pubDate>Tue, 30 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/174986</guid>
      <dc:date>2026-06-30T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Implicações educativas do populismo em Portugal: das atitudes individuais às narrativas coletivas nas redes sociais</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/174975</link>
      <description>Title: Implicações educativas do populismo em Portugal: das atitudes individuais às narrativas coletivas nas redes sociais
Description: O atual contexto português - marcado pela crescente visibilidade do populismo de direita-
radical e pela aproximação dos/as jovens aos seus discursos - apela a que a investigação,
incluindo a investigação em educação, contribua para uma compreensão mais profunda deste
fenómeno, considerando as suas implicações educativas e democráticas. Este estudo explora
o populismo a três níveis: 1) a sua adesão pelos/as jovens-adultos/as, analisando a relação
entre as atitudes populistas e diversas dimensões; 2) a sua disseminação nas redes sociais
por grupos e atores políticos jovens e jovens-adultos/as, através de narrativas e estratégias
digitais-visuais; e 3) as formas como contextos educativos formais podem responder aos
desafios resultantes, atendendo ao seu papel na formação política e mediática. Baseado numa
metodologia mista, este estudo desenvolve-se numa ótica tripartida: ao nível dos indivíduos
(inquérito por questionário a 1047 jovens-adultos/as), das redes sociais (observação online de
8 grupos juvenis e de 4 influencers) e dos contextos de educação formal (2 discussões online
no KialoEdu com 8 participantes em cada uma). Os resultados mostram que as atitudes
populistas dos/as jovens são preditas por dimensões políticas, emocionais e mediáticas e não
pelo estatuto socioeconómico. Este fenómeno é nuanceado em quatro perfis - pluralistas
democratas, populistas democratas, populistas pluralistas, populistas antidemocratas -,
evidenciando que nem todas as pessoas jovens-adultas são populistas; e, entre as que são,
nem todas pertencem à extrema-direita. Adicionalmente, o populismo é difundido online
através de múltiplas narrativas (anti-elites, excludentes, nacionalistas, pós-políticas e
antissocialistas) que constroem diversas categorias de "outros". A comunicação visual
desempenha um papel central neste processo, através de vários formatos (cartoons, recursos
de inteligência artificial, mimetização estética, etc.), estilos (codificação cromática, estética
messiânica, etc.) e gramáticas (personalização de líderes, glorificação histórico-simbólica,
etc.). A observação online também revelou que diferentes grupos juvenis contribuem para a
polarização política ou, ao invés, para a resiliência democrática. A este respeito, o poder dos
influenciadores políticos é ambivalente, podendo contribuir para a educação, a literacia e o
envolvimento político juvenil, mas também para naturalizar e incentivar o voto em partidos
populistas de direita-radical e disseminar mensagens misóginas e desumanizantes.
Finalmente, os dados mostram que o grau de escolaridade e a vivência de um clima
educacional democrático têm um papel significativo no reforço das convicções democráticas
dos/as jovens, aproximando-os/as de atitudes mais inclusivas e que valorizam o pluralismo.
Os/as participantes das discussões online corroboram esta importância, reconhecendo as
instituições educativas formais como espaços privilegiados de aprendizagem e de vivência
política democrática, crítica e plural - ainda que sujeitas a tensões e constrangimentos. Esta
tese conclui com uma reflexão sobre os contributos e as implicações destes resultados, na
esperança de que possam inspirar novos olhares, caminhos e ações ao nível educacional,
político, social e científico e que, acima de tudo, contribuam para que continuemos a ser
democratas em democracias plenamente democratas.</description>
      <pubDate>Tue, 07 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/174975</guid>
      <dc:date>2026-07-07T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Efeitos de Mobilidade Erasmus +: Uma Análise Focada em Escolas Profissionais em Portugal</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/174596</link>
      <description>Title: Efeitos de Mobilidade Erasmus +: Uma Análise Focada em Escolas Profissionais em Portugal</description>
      <pubDate>Tue, 05 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/174596</guid>
      <dc:date>2026-05-05T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Mindfulness as a predictor of school results and well-being in adolescence: the mediating role of emotional intelligence</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/170512</link>
      <description>Title: Mindfulness as a predictor of school results and well-being in adolescence: the mediating role of emotional intelligence
Description: A literatura tem evidenciado as implicações positivas das competências
socioemocionais no bem-estar e no equilíbrio psicológico dos adolescentes. O
mindfulness e a inteligência emocional (IE), investigados em diferentes
contextos culturais, têm demonstrado ser fatores de proteção pessoal que atuam
como elementos de suporte perante desafios de natureza socioemocional. O
investimento na sua promoção e desenvolvimento tem sido enfatizado nos
contextos educativos podendo desempenhar um papel relevante no alívio da
pressão provocada pelas exigências académicas. Na verdade, em Portugal, 42,2%
dos adolescentes relatam sintomas moderados a graves de depressão, e as
estatísticas pós-COVID-19 permanecem preocupantes.
Este estudo teve como objetivo analisar a relação entre o mindfulness e o
desempenho académico e o bem-estar na adolescência, bem como o papel
mediador da IE nesta relação. Foi, também, investigada a relação entre estes
três constructos e a moderação do género e de atividades extracurriculares.
Um total de 597 adolescentes portugueses com idades entre 15 e 17 anos
(49,9% homens; Midade = 16,9; DP = 1,11), matriculados no ensino secundário,
preencheram medidas de autorrelato de mindfulness (CAMM), inteligência
emocional (TEIQue-ASF) e bem-estar (SWLS) nas suas versões portuguesas.
Análises de regressão e modelação de equações estruturais evidenciaram
uma relação positiva e estatisticamente significativa entre o mindfulness e a IE.
O mindfulness reduziu a sua influência no bem-estar e nos resultados escolares
quando a IE foi adicionada ao modelo, corroborando as hipóteses de mediação.
Estudantes com níveis superiores de mindfulness não reportaram maior bem-
estar nem melhores resultados escolares, não tendo sido encontrada correlação
entre a IE e os resultados escolares.
Os resultados deste estudo reforçam a necessidade de promover de forma
conjunta o mindfulness e a IE durante a adolescência: a sua promoção nos
contextos educativos pode ser vantajosa e deve ser considerada como um
complemento aos currículos escolares. Neste quadro, propõem-se várias
estratégias de intervenção a implementar a vários níveis, desde o familiar e
escolar ao governamental. Os resultados desta investigação podem apoiar o
desenvolvimento de hipóteses mais robustas em futuros estudos.</description>
      <pubDate>Fri, 31 Oct 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/170512</guid>
      <dc:date>2025-10-31T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Emotional processing in obesity: self-report, behavioural and neurophysiological studies</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/166743</link>
      <description>Title: Emotional processing in obesity: self-report, behavioural and neurophysiological studies
Description: Os estudos sobre o processamento emocional na obesidade (OB) são escassos
e os seus resultados inconsistentes. O presente estudo teve como principal objetivo
analisar competências emocionais na OB, de acordo com o modelo de Williams et al.
(2008) que concetualiza três fases: emoção, sentimento/pensamento e regulação
emocional (RE). Concretamente, pretendeu-se analisar a atenção seletiva perante
estímulos emocionais, a capacidade em inferir emoções, e estratégias adaptativas de
RE. Explorou-se também o papel dos sintomas de ingestão compulsiva, ansiedade e
depressão no funcionamento emocional. Foram recrutados 28 participantes com
diagnóstico de OB (índice de massa corporal &gt; 30 kg/m2
) em contexto hospitalar e, 24
participantes de controlo saudáveis (HC) através das redes sociais/plataformas
académicas. Responderam a uma entrevista sobre dados sociodemográficos/clínicos,
questionários para avaliar sintomas de ansiedade, depressão e de ingestão compulsiva,
e completaram três tarefas experimentais (dot-probe, Reading the Mind in the Eyes -
RMET, e RE), enquanto submetidos a um eletroencefalograma, após realização de um
teste cognitivo não-verbal. Na tarefa dot-probe não foram encontrados efeitos
significativos para o viés atencional, precisão de resposta e N2pc para ambos os grupos.
Na RMET não se verificaram diferenças entre grupos na capacidade para inferir estados
emocionais corretamente, contudo, emoções negativas provocaram maiores amplitudes
no P100 em HC comparativamente com OB. Na tarefa de RE, OB apresentou maiores
amplitudes do potencial positivo tardio (LPP) para reavaliação cognitiva, no segmento
temporal 500-700ms, comparativamente com HC. A ansiedade teve impacto nos
resultados neuronais da atenção seletiva e da capacidade em inferir emoções e a
depressão teve impacto nos resultados neuronais na capacidade em inferir emoções,
contrariamente à ingestão compulsiva. Não foram identificadas dificuldades na atenção
seletiva nem na capacidade em inferir emoções. Todavia, identificaram-se dificuldades
em identificar pistas emocionais e em aplicar a estratégia de reavaliação cognitiva. São
colocadas duas possíveis hipóteses explicativas perante as dificuldades emocionais
encontradas: 1) processo de evitamento emocional e 2) processo de vigilância-
evitamento. O processo de evitamento pode surgir como uma estratégia de coping para
lidar com as emoções negativas acionadas pela estigmatização de OB. Este padrão
pode causar um ciclo de habituação e, como consequência, aumentar a hipervigilância
perante estímulos emocionais negativos, a longo prazo. São exploradas Implicações
para a prática clínica e sugestões para estudos futuros.</description>
      <pubDate>Mon, 24 Mar 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/166743</guid>
      <dc:date>2025-03-24T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Evaluating the implementation and sustainability of an evidence-based parenting program in real-world settings</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/166864</link>
      <description>Title: Evaluating the implementation and sustainability of an evidence-based parenting program in real-world settings
Description: Há uma lacuna no conhecimento sobre a implementação e o uso sustentado de
programas parentais baseados na evidência (PPBE) em contextos do mundo real,
particularmente com famílias em risco psicossocial. Contribuindo para colmatar esta
lacuna, esta tese de doutoramento integra quatro estudos empíricos enquadrados no
domínio da ciência da implementação. Através de uma revisão sistemática da literatura,
o Estudo 1 mapeou a evidência internacional sobre a implementação dos PPBE em
condições do mundo real e identificou lacunas neste domínio. Este estudo revelou que a
implementação e os resultados da implementação não são habitualmente reportados nos
estudos publicados, sendo a fidelidade o resultado mais reportado e a sustentabilidade
um dos menos reportados. Os restantes três estudos debruçam-se sobre resultados da
implementação do programa Standard Triplo P em instituições da comunidade com
famílias envolvidas com o sistema de promoção e proteção de crianças e jovens (SPP).
Mais especificamente, o Estudo 2 avaliou a fidelidade da implementação e identificou
as perceções dos profissionais sobre as modificações realizadas e as barreiras e
facilitadores encontrados ao longo do processo de implementação. O Estudo 3 avaliou
até que ponto o programa foi usado de forma sustentada cinco anos após os
profissionais terem concluído o processo de acreditação do Standard Triplo P e quais as
razões para tal. Este estudo explorou ainda as perspetivas dos profissionais, de gestores
organizacionais e de representantes dos organismos nacionais do SPP, sobre as
características deste sistema que podem promover ou limitar o uso sustentado dos
PPBE. Os resultados dos Estudos 2 e 3 reforçam a importância da flexibilidade para a
implementação e o uso sustentado dos PPBE em instituições na comunidade. O Estudo
4 examinou a probabilidade de arquivamento do processo de promoção e proteção até
um ano após as famílias terem completado o Standard Triplo P face às famílias que
desistiram do programa, bem como o papel preditor do número de sessões em que
participaram. Os resultados deste estudo apoiaram o efeito da finalização do programa e
dosagem recebida no arquivamento daquele processo. De uma forma geral, os
resultados deste projeto de investigação contribuem para a transferência do
conhecimento científico para a prática da intervenção na parentalidade em instituições
da comunidade, em particular com famílias em risco psicossocial.</description>
      <pubDate>Mon, 26 May 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/166864</guid>
      <dc:date>2025-05-26T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Bringing Global Competence into Fourth-Grade Classrooms: Children's Perspectives on Poverty and Interculturality</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/174585</link>
      <description>Title: Bringing Global Competence into Fourth-Grade Classrooms: Children's Perspectives on Poverty and Interculturality</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/174585</guid>
      <dc:date>2026-06-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Intersecting over time: longitudinal study of positive and negative mental health dimensions among COVID-19 vulnerable communities</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/169189</link>
      <description>Title: Intersecting over time: longitudinal study of positive and negative mental health dimensions among COVID-19 vulnerable communities
Description: Ao longo de quase três anos, a pandemia de COVID-19, declarada pela Organização
Mundial da Saúde em março de 2020, resultou em 615 milhões de casos de infeção e 6,55
milhões de mortes em todo o mundo, configurando-se como a maior emergência de saúde
global desde a Segunda Guerra Mundial. Desde o início, especialistas e organizações de
saúde alertaram para as potenciais consequências negativas da pandemia à saúde mental
da população. Todavia, eram previstos que esses impactos negativos seriam mais
pronunciados em grupos populacionais específicos, incluindo minorias étnicas,
populações socialmente marginalizadas e indivíduos com condições pré-existentes de
saúde mental. Com base em uma conceção ampla de saúde mental, que abrangeu] tanto
aspetos negativos (psicopatologias) quanto positivos (bem-estar), esta tese teve como
objetivos gerais: analisar, sob uma perspetiva interseccional, a ocorrência de disparidades
na saúde mental; implementar intervenções de promoção de bem-estar, considerando suas
dimensões afetiva, cognitiva e conativa; e determinar a existência de disparidades de
saúde mental entre grupos vulneráveis e a população geral ao longo do tempo,
investigando as relações causais entre os aspetos positivos e negativos da saúde mental.
Para alcançar esses objetivos, iniciou-se com um estudo de revisão de literatura que
identificou a C-RAI como o instrumento mais adequado para mensurar autonomia, um
componente dos aspetos positivos da saúde mental, conforme operacionalizado nesta
pesquisa. Com instrumentos validados para medir tanto os aspetos negativos,
psicopatologias mais prevalente, (depressão, ansiedade e estresse) quanto os positivos,
bem-estar (em suas dimensões afetiva, cognitiva e conativa), foram recolhidos dados em
três momentos ao longo de um ano, com intervalos de seis meses [nT1 = 1.131; nT2 = 614;
n =489]. Para analisar esses dados, mais quatro estudos foram desenvolvidos ao longo do
projeto. O primeiro validou o instrumento C-RAI para o contexto português, ampliando
sua aplicação a cenários ainda não avaliados. O segundo identificou disparidades
significativas na saúde mental, demonstrando que grupos de risco e interseccionais
apresentaram os maiores níveis de adoecimento mental e os menores níveis de bem-estar.
O terceiro estudo implementou intervenções voltadas à promoção do bem-estar, buscando
mitigar os impactos negativos da pandemia sobre a saúde mental. Por fim, o último estudo
investigou a relação de causalidade entre as variáveis de saúde mental, evidenciando que
o bem-estar atua como causa da saúde mental e não como sua consequência.</description>
      <pubDate>Mon, 07 Jul 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/169189</guid>
      <dc:date>2025-07-07T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Looking into students' writing performance: the role of transcription, executive functions, motivation and mindfulness</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/165822</link>
      <description>Title: Looking into students' writing performance: the role of transcription, executive functions, motivation and mindfulness
Description: A aprendizagem da escrita é um dos maiores desafios que as crianças enfrentam à
entrada na escola. A escrita depende de processos cognitivos e motivacionais. Além disso,
a proficiência na escrita requer níveis elevados de autorregulação para gerir estes processos.
Embora a investigação sobre a escrita tenha crescido muito nas últimas décadas, o papel e
a interação entre estes processos na escrita estão longe de ser compreendidos. Esta tese
apresenta três estudos que examinaram o papel dos processos cognitivos, motivacionais e
autorregulatórios na escrita de crianças em idade escolar. O Estudo 1 examinou as
contribuições simultâneas e longitudinais da transcrição e das funções executivas (EFs)
para o desempenho na escrita de alunos na transição do 4º para o 5º ano. Os resultados
mostraram que, embora a ortografia e a flexibilidade cognitiva no 4º ano previssem
longitudinalmente a qualidade do texto no 5º ano, essas ligações desapareceram quando os
preditores do 5º ano foram considerados. No modelo final, apenas a transcrição, a
flexibilidade cognitiva e o controlo inibitório no 5º ano previram a qualidade do texto no
mesmo ano. Estas descobertas sugeriram que a transcrição e as EFs mostraram progressos
dentro de um ano e que o desempenho atual foi um preditor mais relevante da qualidade do
texto. O Estudo 2 testou a contribuição da transcrição, das EFs e da motivação para o
desempenho na escrita no 3º e 4º anos. Os resultados mostraram que a autoeficácia não foi
um preditor do desempenho na escrita, mas as atitudes previram o planeamento e a extensão
do texto. A fluência manuscrita contribuiu para o comprimento do texto, e a precisão
ortográfica contribuiu para o planeamento. O Estudo 3 testou a eficácia de uma intervenção
SRSD para promover as competências de atenção e transcrição em alunos do 3º ano. Os
resultados mostraram que a intervenção SRSD+transcrição melhorou a fluência manuscrita
em todos os alunos e ortografia nas crianças com dificuldades ortográficas. Em comparação
com um grupo de controlo passivo, os grupos de intervenção apresentaram melhorias nas
EFs, elaboraram melhores planos e textos mais completos. Enquanto o grupo
SRSD+transcrição escreveu melhores textos, o grupo SRSD+atenção revelou melhor
desempenho académico depois da intervenção apenas nos alunos com notas mais baixas.
Estes estudos reforçam o papel dos processos cognitivos e afetivos na escrita. Fornecem
também evidências pioneiras sobre a importância de articular estratégias de escrita e
autorregulação com treino da transcrição e atenção.</description>
      <pubDate>Tue, 18 Feb 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/165822</guid>
      <dc:date>2025-02-18T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Espiritualidade e autotranscendência em líderes organizacionais</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/168250</link>
      <description>Title: Espiritualidade e autotranscendência em líderes organizacionais
Description: O presente projeto de doutoramento compreende quatro estudos para análise
da espiritualidade em líderes organizacionais, visando adicionar profundidade e
amplitude nesta área científica emergente. A espiritualidade é uma dimensão
humana, logo, intemporal. O seu estudo em contextos de trabalho exponenciou-
se nas últimas duas décadas, como resposta a necessidades das pessoas de
maior significado e expressão plena, também na sua atividade profissional. A
espiritualidade em líderes organizacionais é uma área de investigação recente,
com necessidades de aprofundamento empírico, designadamente, de contar
com a participação dos/as próprios/as líderes e de diversificar metodologias
utilizadas. Salienta-se um predomínio do estudo da liderança espiritual, o que
inscreve as pesquisas num estilo de liderança.
Os estudos que realizamos focam a espiritualidade de líderes organizacionais
como seres humanos inteiros, cujo desenvolvimento como pessoas se manifesta
também no trabalho. Analisamos a espiritualidade independentemente de
qualquer religião. A relevância e atualidade da temática derivam do aumento da
complexidade contextual e de decisões e comportamentos desajustados,
evidenciando necessidades de transformar programas de educação/ formação
de líderes. Acresce o impacto que possuem as pessoas em cargos de liderança
na definição de objetivos estratégicos e promoção de culturas organizacionais.
Começamos por medir entendimentos e práticas espirituais (estudo 1), e
compreender significados e experiências da vivência espiritual de líderes
organizacionais participantes (estudo 2). De seguida, identificamos qualidades
privilegiadas pelos/as líderes para o seu desenvolvimento, a partir das quais
elaboramos um modelo para o desenvolvimento de líderes/ seres humanos
(estudo 3). Finalmente, com a participação de especialistas num processo
Delphi, elaboramos um instrumento para avaliar líderes/ seres humanos no
domínio da espiritualidade e autotranscendência, e estabelecemos relações com
disciplinas para a aprendizagem, em organizações que aprendem (estudo 4).
Evidenciam-se os contributos teóricos e metodológicos dos estudos.</description>
      <pubDate>Thu, 10 Jul 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/168250</guid>
      <dc:date>2025-07-10T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Ciberabuso íntimo nas relações românticas à distância</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/172110</link>
      <description>Title: Ciberabuso íntimo nas relações românticas à distância
Description: Na última década o fenómeno do ciberabuso íntimo despertou o interesse da comunidade
cientifica e inúmeras equipas de investigação debruçaram-se sobre este fenómeno. Apesar
do interesse académico ter contribuído para a quantificação em larga escala, este interesse
também contribuiu para desenvolver um dos maiores constrangimentos desta àrea de
investigação, nomeadamente, a divergência teórica na conceptualização do fenómeno.
Assim, diversos construtos e tipologias comportamentais foram propostas para analisar e
medir o fenómeno. Consequentemente, os/as investigadores/as começaram a mencionar
que existiam constrangimentos na comparação e discussão dos resultados dos seus
estudos, visto que, não existia consenso na conceptualização e na medição do fenómeno.
Neste sentido, este projecto de investigação foi conceptualizado para tentar responder aos
contrangimentos teóricos acerca da conceptualização do ciberabuso íntimo. Para tal,
foram desenvolvidos dois estudos empíricos. O primeiro consistiu no desenvolvimento
de uma revisão sistemática com o objetivo de: 1) identificar e analisar os constructos
cientificos desenvolvidos para contextualizar o fenómeno do ciberabuso íntimo; 2)
identificar e analisar as tipologias comportamentais desenvolvidas para analisar o
ciberabuso íntimo. O segundo estudo consistiu no desenvolvimento de uma grounded
theory para tentar desenvolver um modelo teórico acerca da multidimensionalidade
comportamental do ciberabuso íntimo.
A partir da análise de milhares (n=1437) de experiências de ciberabuso íntimo,
conseguimos concetualizar um modelo comportamental que engloba duas grandes
dimensões comportamentais (ciberabuso íntimo ligeiro e ciberabuso íntimo grave) e seis
dimensões comportamentais (alterações significativas na comunicação, controlo (ativo
e/ou passivo), deceção, hostilidade e sexting). Em comparação com modelos anteriores,
o nosso modelo teórico distingue-se pela inclusão de dimensões comportamentais
relacionadas com os comportamentos de abuso de DDA ligeiro.</description>
      <pubDate>Fri, 14 Nov 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/172110</guid>
      <dc:date>2025-11-14T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Nationalism as fear of the unknown: the role of feelings of (un)certainty and perception of threat in exacerbating negative attitudes towards immigrants</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/165816</link>
      <description>Title: Nationalism as fear of the unknown: the role of feelings of (un)certainty and perception of threat in exacerbating negative attitudes towards immigrants
Description: Nas últimas décadas, a imigração para a União Europeia (incluindo
Portugal) tem aumentado de forma constante. Apesar dos esforços da UE, os
indicadores de integração mostram que os imigrantes ainda não são tratados
da mesma forma que os cidadãos. A sua integração pode ser ainda mais
comprometida pelo aumento do apoio aos partidos políticos nacionalistas, que
defendem políticas de imigração e de integração excludentes. Este apoio tem
sido consistentemente associado a perceção de ameaça realista e simbólica
(ameaça aos recursos e à cultura do grupo nacional, respetivamente). Assim, é
importante compreender o que pode gerar ou aumentar a perceção de ameaça
e as atitudes nacionalistas, de forma a promover sociedades inclusivas.
Este trabalho de doutoramento centra-se no papel da incerteza relacionada
com a imigração, ou seja, a incerteza que os indivíduos podem sentir em
relação à imigração e o seu impacto no grupo nacional, como antecedente da
ameaça percebida e das atitudes nacionalistas. Com base na teoria da
incerteza-identidade e na teoria da ameaça integrada, propomos que esta
incerteza está positivamente associada à perceção de ameaça realista e
simbólica, que, por sua vez, estão positivamente associadas às atitudes
nacionalistas. Testámos também o impacto de fatores contextuais (condições
económicas, políticas de integração e discursos políticos) como moderadores e
instigadores deste processo sociopsicológico. Conduzimos, assim, um estudo
correlacional e quatro experimentais, que sugerem consistentemente que a
incerteza relacionada com a imigração é sentida pela população recetora como
ameaçadora dos recursos nacionais, e como resultado, sentem uma
necessidade de aumentar a responsabilidade do grupo nacional e apoiar
políticas que rescindem o acesso dos imigrantes a estes recursos. Por fim, uma
revisão sistemática com meta-análise, sugere que o fornecimento de
informação sobre os impactos positivos da imigração pode melhorar as atitudes
e as preferências políticas da população recetora relacionadas com a
imigração.</description>
      <pubDate>Fri, 07 Feb 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/165816</guid>
      <dc:date>2025-02-07T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Minority stress and resilience among LGBTQ+ students and emerging adults in Portugal</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/167643</link>
      <description>Title: Minority stress and resilience among LGBTQ+ students and emerging adults in Portugal
Description: A literatura tem demonstrado o efeito negativo do stress minoritário na saúde
mental e no bem-estar de jovens com identidades sexuais e de género minorizadas.
Contudo, os factores que contribuem para o amortecimento do impacto da adversidade e
para a promoção de experiências positivas, nesta população, são menos conhecidos. A
presente investigação procurou estudar estes processos no contexto escolar e na
transição para a idade adulta de jovens LGBTQ+. Utilizando uma metodologia mista, a
pesquisa foi realizada através de quatro estudos distintos, de 2020 a 2024. Inicialmente,
foi realizado um inquérito a estudantes com idades compreendidas entre os 14 e os 19
anos em Portugal, no âmbito do projeto internacional FREE (Fostering the Right to
Education in Europe). O primeiro estudo apresenta uma revisão narrativa sobre jovens
LGBTQ+ em escolas portuguesas, uma análise da legislação e políticas, bem como
dados preliminares do inquérito FREE. O segundo estudo apresenta uma revisão
sistemática da literatura internacional sobre fatores de proteção e experiências positivas
de jovens LGBTQ+ no contexto escolar. O terceiro estudo apresenta uma análise de
perfis de ajustamento psicológico, assim como uma avaliação de diferentes factores de
proteção internos e externos. Por último, o quarto estudo recorre a uma abordagem
qualitativa para analisar a forma como pessoas com diferentes perfis de ajustamento
psicológico à data do primeiro estudo, respondem à adversidade ao entrar na vida
adulta. A investigação salientou o papel protetor das políticas educativas inclusivas, do
apoio social da família, dos pares e das comunidades, no bem-estar e saúde mental de
adolescentes LGBTQ+. Recolheu ainda evidências da capacidade de agência pessoal na
gestão de recursos internos e externos para a prossecução de objetivos de vida, na fase
de adultez emergente. As implicações para a prática são múltiplas, incluindo a
necessidade de investir em ambientes de apoio, particularmente em contextos
educativos, considerando ainda o papel da família, das amizades, das relações íntimas e
da comunidade LGBTQ+. A implementação de políticas e estratégias de inclusão em
meio escolar deve ter em conta quer os fatores de adversidade, quer os fatores de
proteção da saúde mental e do bem-estar de jovens com identidades sexuais e de género
minorizadas.</description>
      <pubDate>Mon, 26 May 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/167643</guid>
      <dc:date>2025-05-26T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Expanding the power to act: reconstructing individual and collective futures through the emancipation of experience</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/168415</link>
      <description>Title: Expanding the power to act: reconstructing individual and collective futures through the emancipation of experience
Description: Os contextos em que muitas crises graves ameaçam o futuro da humanidade são
oportunidades para co-construir novas respostas que contribuam para um futuro melhor
para todos. Nestas novas abordagens, o poder de agir dos indivíduos e dos coletivos não
pode ser "hipotecado" com o argumento de que é possível encontrar respostas rápidas
para garantir a inclusão dos indivíduos no futuro do trabalho. Estas apelam à necessidade
de desenvolver intervenções que ajudem os indivíduos a construir, com outros, percursos
profissionais e pessoais que lhes devolvam a possibilidade de serem surpreendidos pela
sua própria capacidade de construir futuros nunca pensados. Nesta co-construção, a
experiência deve ser encarada como um recurso inesgotável que se renova e é acessível a
todos, particularmente aos mais vulneráveis, para os quais a desvalorização da
experiência e consequente redução do poder de agir é particularmente penalizadora.
Reconhecendo que as intervenções no domínio do "aconselhamento de carreira"
estão, elas próprias, a viver um "ponto de viragem" no sentido de responder aos desafios
identificados, procurámos perceber em que medida é possível desenvolver intervenções
que, dando resposta a um elevado número de indivíduos, promovam o seu poder de agir
na (re)construção de percursos ao longo da vida, através da valorização da experiência.
Os dois primeiros estudos de caso, baseados em investigação empírica,
contribuíram para reforçar que a experiência e as experiências são valorizadas no
desenvolvimento de percursos, ao mesmo tempo que sublinharam a importância de
intervir nos contextos em que os indivíduos as adquirem. Os restantes dois estudos de
caso, baseados em investigação-intervenção, revelaram que é possível apoiar as pessoas
a estarem mais preparadas para responder ao desafio da construção de percursos
sustentáveis num contexto caracterizado por frequentes transições, alargando o seu poder
de agir. Os resultados evidenciam ainda que é possível tirar partido da possibilidade de o
fazer com um elevado número de pessoas, valorizando a singularidade de cada percurso,
ao longo da vida. Na abordagem proposta, o contributo da psicologia do trabalho garante
que o indivíduo não é um fator de ajustamento, mas sim um agente ativo que se co-
constrói numa rede constituída por outros agentes, que se assumem como parte integrante
de um ecossistema.</description>
      <pubDate>Wed, 16 Jul 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/168415</guid>
      <dc:date>2025-07-16T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Looking for emotion regulation and real-time correlates of expressive writing</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/167082</link>
      <description>Title: Looking for emotion regulation and real-time correlates of expressive writing
Description: A escrita expressiva ajuda a reviver acontecimentos emocionalmente
pesados, num ambiente seguro e não ameaçador, enquanto se está concentrado nos
sentimentos e emoções associados a essa experiência. Vários estudos mostram que
a escrita expressiva melhora a saúde mental e física. No entanto, tanto quanto
sabemos, são ainda desconhecidos os correlatos da regulação emocional na escrita
expressiva. Ao estudar a regulação emocional através de correlatos em tempo real
da escrita expressiva, pretendemos identificar e compreender melhor o papel da
regulação emocional durante a escrita expressiva. Para isso, realizámos seis
estudos. No primeiro estudo, comparámos a escrita expressiva auto-distanciada
com um grupo de controlo. No segundo estudo, comparámos a componente
linguística da escrita expressiva auto-imersiva e auto-distanciada. No terceiro
estudo realizámos uma revisão sistemática sobre o papel que a escrita expressiva
tem na regulação emocional. No quarto estudo, estudámos a regulação emocional
e o ECG na escrita expressiva auto-imersiva e auto-distanciada. No quinto estudo
comparámos duas novas instruções de escrita expressiva, uma instrução de
reavaliação e uma de auto-compaixão. Por fim, realizámos um sexto estudo, de
escrita expressiva numa população clínica com Esclerose Múltipla. Os resultados
dos estudos sugerem que a regulação emocional está presente durante e depois da
escrita expressiva. Mais especificamente, encontrámos três tipos de correlatos da
escrita expressiva: na escrita, na emoção e no HR e HRV. Os resultados destes
estudos têm implicações importantes para a conceção de intervenções de escrita
expressiva, tanto para a investigação como para a prática. Propomos que a escrita
expressiva auto-imersiva e a de reavaliação são as instruções mais prováveis de
induzir a regulação emocional. A primeira para melhorar a regulação da emoção
ao diminuir a supressão, e a segunda para melhorar a regulação da emoção quando
há dificuldades em identificar as emoções.</description>
      <pubDate>Mon, 02 Jun 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/167082</guid>
      <dc:date>2025-06-02T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Scripts sexuais tradicionais e agência sexual: implicações sobre a satisfação sexual feminina e a violência em mulheres</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/165499</link>
      <description>Title: Scripts sexuais tradicionais e agência sexual: implicações sobre a satisfação sexual feminina e a violência em mulheres
Description: Os scripts sexuais tradicionais (SST) são normas sociais que orientam o comportamento
sexual e estão associados a desigualdade de gênero, a diminuição da agência sexual, e a
predisposição à violência principalmente em mulheres. Flexibilizar os SST requer a
promoção de uma educação sexual integral e abrangente (ESIA), com vista a desenvolver a
agência sexual, o que pode assegurar a saúde e a satisfação sexual, além de prevenir
violências. Portanto, esta tese apresenta um projeto de pesquisa que visa compreender a
relação entre os SST, a agência sexual, a satisfação sexual e o reconhecimento da violência
na relação com parceria íntima (PI), entre mulheres brasileiras e portuguesas, assim como
investigar défices na educação sexual. Inicialmente foi desenvolvida uma revisão integrativa
da literatura que permitiu identificar as potencialidades e os desafios dos programas de
educação sexual nos últimos dez anos. Após, foram desenvolvidos três estudos
quantitativos transversais e comparativos com 322 mulheres universitárias, (161
brasileiras/161 portuguesas), com idades entre 18 e os 29 anos. Um destes estudos buscou
investigar as associações entre os SST, a agência sexual e a satisfação sexual, assim como
os preditores para satisfação sexual, outro buscou investigar os SST, a agência sexual em
associação com a violência, assim como preditores para a violência perpetrada e
experenciada por estas mulheres no seu histórico das relações com PI, e o terceiro estudo
buscou comparar brasileiras e portuguesas na forma como avaliam a educação sexual que
receberam, além de comportamentos sexuais e histórico de violência entre PI, e a partir
disso apresentou diretrizes para uma ESIA com base nos défices encontrados. Os
resultados do primeiro estudo demonstraram grandes potencialidades nas intervenções em
educação sexual, mas simultaneamente percebeu-se a necessidade de ampliar o público-
alvo dos programas e diversificar os temas abordados. O segundo estudo sugeriu que as
variáveis iniciação e comunhão foram preditoras para a satisfação sexual nas brasileiras,
enquanto as variáveis iniciação, recusa, comunhão, instrumentalidade e permissividade
foram preditoras da satisfação sexual nas portuguesas. O terceiro estudo sugeriu que a
variável práticas sexuais foi preditora para brasileiras experienciarem violências, e as
variáveis recusa e práticas sexuais foram preditoras para perpetrarem violência contra PI.
Para as portuguesas, as variáveis permissividade e recusa foram preditoras para
experienciar violências, e as variáveis recusa, permissividade, prevenção à gravidez e IST
foram preditoras para perpetrarem violência contra a PI. O quarto estudo, a partir de
défices encontrados, discutiu a necessidade de promover uma ESIA e melhorar a formação
de profissionais em ambos os países. Este projeto permitiu aprofundar o conhecimento
sobre o papel da agência sexual sobre a satisfação sexual feminina e violências
experenciadas e perpetradas pelas mulheres, e é inovador na identificação de variáveis que
contribuem para a satisfação sexual e prevenção à violência. Apesar das limitações, esta
pesquisa oferece importantes contribuições para a prática clínica, a formação profissional e
o desenvolvimento da ESIA, visando promover a agência e a satisfação sexual ao longo da
vida para todas as pessoas, além de prevenir a violência e a discriminação de gênero.</description>
      <pubDate>Fri, 20 Dec 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/165499</guid>
      <dc:date>2024-12-20T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Self-regulation from toddlerhood to preschool: cross-domain associations, school readiness, and peer influences</title>
      <link>https://hdl.handle.net/10216/167681</link>
      <description>Title: Self-regulation from toddlerhood to preschool: cross-domain associations, school readiness, and peer influences
Description: Considerando a importância da autorregulação, esta dissertação visa aprofundar a
compreensão do seu desenvolvimento na primeira infância, dando resposta a três
objetivos principais: examinar o desenvolvimento da autorregulação durante os primeiros
anos de vida; explorar as associações longitudinais entre a autorregulação e competências
de prontidão escolar pouco estudadas ao longo do período pré-escolar; analisar a natureza
contextual da autorregulação no final da educação pré-escolar. Para o efeito, foram
realizados quatro estudos empíricos.
O Estudo 1 (N = 268, 48% meninas, Midade = 29.6 meses, DP = 4.2) explorou a
interação bidirecional entre a autorregulação e as competências de vocabulário expressivo
ao longo de três momentos de avaliação durante a primeira infância. O Estudo 2 (N = 231,
50% meninas, Midade = 59.5 meses, DP = 8.5) examinou as associações entre a
autorregulação comportamental e emocional e competências pré-académicas de literacia
emergente e prontidão social em dois momentos de avaliação no último ano da educação
pré-escolar. O Estudo 3 (N = 218, 48% meninas, Midade = 40.4 meses, DP = 4.2) analisou
associações entre a autorregulação aos 3 anos de idade e comportamentos de
aprendizagem de motivação e persistência aos 6 anos de idade. O Estudo 4 (N = 95, 52%
meninas, Midade = 60 meses, DP = 10) investigou variações na autorregulação observada
das crianças em diferentes situações de brincadeira e a influência da autorregulação dos
pares nessas variações.
Os resultados sugerem que a autorregulação na primeira infância poderá ser
melhor compreendida enquanto construto unificado e que o seu desenvolvimento está
intimamente relacionado com o desenvolvimento da linguagem. Além disso, a
autorregulação nos primeiros anos parece contribuir de forma significativa para o
desenvolvimento de competências de prontidão escolar pouco estudadas anteriormente,
como o conhecimento sintático, a resolução de problemas pró-sociais e a persistência. Por
fim, a autorregulação é dependente do contexto, variando de acordo com o tipo de
brincadeira e em função dos níveis de autorregulação dos pares. Estas conclusões estão
alinhadas com as teorias dinâmicas do desenvolvimento da criança, contribuindo para uma
compreensão mais detalhada do desenvolvimento da autorregulação, reforçando o seu
caráter dinâmico dependente de fatores contextuais.</description>
      <pubDate>Fri, 11 Jul 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/10216/167681</guid>
      <dc:date>2025-07-11T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
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