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    <title>O Princípio da Inércia</title>
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    <updated>2019-06-03T10:52:48Z</updated>
    <published>2012-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: O Princípio da Inércia</summary>
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    <title>O porto do Porto</title>
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    <updated>2019-06-03T10:52:52Z</updated>
    <published>2012-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: O porto do Porto
Abstract: A actividade portuária é historicamente vital para a cidade: justifica a sua localização, posicionou-a, deu-lhe relevância na região e no mundo e alimentou o seu desenvolvimento económico e urbano de modo contínuo desde a fixação dos primeiros povoados aos nossos dias. Hoje, esvaziado dessa função de "estrada de água", o rio Douro é, fundamentalmente, um suporte cenográfico que alimenta um impulso de urbanização onde a relação com o rio é radicalmente diferente dessa condição portuária: passeios turísticos de barco, esplanadas e percursos ribeirinhos, ou novos empreendimentos residenciais de luxo onde antes era armazém, fábrica ou entreposto.Com base nestas evidências construidas que ainda persistem, pretende-se com este trabalho a construção de uma narrativa que permita compreender e informar as transformações nas formas e dinâmicas que ocorrem no Douro pós "Faina Fluvial". Essas transformações ora são narradas em cronologias quase lineares marcadas por episódios marcantes (a função portuária antes do caminho-de-ferro; as modificações introduzidas pela industrialização; a localização de infraestruturas de transporte e produção de energia; as pontes e travessias, etc.), ora revisitam velhas tendências como a relação entre antigas quintas e casas de vilegiatura e os novos residentes que vieram com a nobilitação das margens do rio.</summary>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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