<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Collection:</title>
  <link rel="alternate" href="https://hdl.handle.net/10216/143071" />
  <subtitle />
  <id>https://hdl.handle.net/10216/143071</id>
  <updated>2026-07-18T21:12:14Z</updated>
  <dc:date>2026-07-18T21:12:14Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Biobancos, Investigação e Saúde Pública: Promessas e Desafios</title>
    <link rel="alternate" href="https://hdl.handle.net/10216/157590" />
    <author>
      <name />
    </author>
    <id>https://hdl.handle.net/10216/157590</id>
    <updated>2024-03-06T07:15:31Z</updated>
    <published>2020-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Biobancos, Investigação e Saúde Pública: Promessas e Desafios
Editors: Silva, JP; Barros, H
Description: Desde a viragem do século que tem ganho força, pelo menos nos países de rendimento elevado, um consenso alargado sobre a importância da utilização de coleções organizadas de amostras biológicas humanas e dados associados, também conhecidas como biobancos, na investigação epidemiológica e em saúde. Esse consenso tem sido acompanhado por um investimento importante no sentido de promover essas estruturas, tidas como fundamentais para a produção de conhecimento inovador sobre os processos de doença e saúde.&#xD;
&#xD;
Em Portugal, apesar da existência de vários biobancos e redes de biobancos em diferentes fases de implementação, o fenómeno é ainda relativamente incipiente. A visibilidade pública destas estruturas é reduzida, bem como a discussão sobre as suas implicações éticas e sociais, que são complexas e não se encontram ainda totalmente compreendidas.&#xD;
&#xD;
Tendo isso em conta, o ISPUP reuniu, em fevereiro de 2018, um conjunto de personalidades com percursos e saberes diversificados para discutirem sobre a realidade dos biobancos em Portugal, os benefícios que eles anunciam e os múltiplos desafios que trazem consigo. As suas reflexões são apresentadas nesta publicação, que resulta de uma das primeiras, senão mesmo a primeira, discussão pública multidisciplinar sobre os biobancos e o que deles poderá esperar a sociedade no nosso país.</summary>
    <dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Apetite na Infância: Como se desenvolve e como se pode moldar</title>
    <link rel="alternate" href="https://hdl.handle.net/10216/157589" />
    <author>
      <name />
    </author>
    <id>https://hdl.handle.net/10216/157589</id>
    <updated>2024-03-06T07:15:31Z</updated>
    <published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Apetite na Infância: Como se desenvolve e como se pode moldar
Description: Este e-book apresenta uma visão geral sobre o desenvolvimento dos comportamentos do apetite durante a infância, os seus principais determinantes e efeitos na saúde.&#xD;
&#xD;
Foi desenvolvido tendo por base evidência científica produzida a partir de dados da coorte GERAÇÃO XXI e foi desenvolvido por uma equipa de investigadores e profissionais de saúde com interesse e motivação nesta temática.&#xD;
&#xD;
O e-book tem como objetivo orientar os pais e cuidadores no sentido de os auxiliar a reconhecer, respeitar e responder aos sinais de fome e saciedade da criança. São apresentadas diversas estratégias para os ajudar a compreender melhor estes sinais e formas alternativas de responder às características individuais da criança. Outros públicos-alvo, como profissionais de saúde, podem encontrar neste e-book evidência que suporte algumas recomendações sobre comportamentos alimentares infantis.</summary>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Ter filhos afeta de forma diferente a vida pessoal e profissional de pais e mães?</title>
    <link rel="alternate" href="https://hdl.handle.net/10216/157542" />
    <author>
      <name />
    </author>
    <id>https://hdl.handle.net/10216/157542</id>
    <updated>2024-03-05T15:09:37Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Ter filhos afeta de forma diferente a vida pessoal e profissional de pais e mães?
Abstract: A parentalidade, outrora aceite como uma obrigação natural, é hoje uma escolha mais autónoma. Contudo, as pressões sociais que recaem sobre mulheres e homens no momento de&#xD;
serem pais tornam a vivência desta experiência ainda mais desafiante. Por permanecerem enraizadas conceções tradicionais sobre a divisão do trabalho, que atribuem ao homem o papel&#xD;
de provedor da família e à mulher o papel de cuidadora, a parentalidade mantém-se como um&#xD;
acontecimento que pode acentuar desigualdades de género, nas esferas do trabalho pago e&#xD;
não pago. O presente Livro Branco estuda este impacto na vida profissional e pessoal dos pais e&#xD;
mães, assim como no seu bem-estar e, de forma a contextualizar e melhor compreender estes&#xD;
resultados, analisa as políticas adotadas de apoio à parentalidade, em Portugal e vários países&#xD;
europeus.&#xD;
Em Portugal, em 2021, as mulheres auferiam menos 12% do que os homens, em média,&#xD;
por hora. No entanto, trabalhavam mais 10 horas do que os homens por semana, menos&#xD;
duas horas de forma remunerada, mas mais 12 horas não remuneradas. De entre os vários&#xD;
países da união Europeia, Portugal era aquele onde mais mulheres despendiam mais do que&#xD;
quatro horas por dia em trabalho doméstico ou de assistência a crianças e onde a diferença&#xD;
entre o tempo despendido por mulheres e homens em trabalho não remunerado era maior.&#xD;
[Capítulo 1]&#xD;
Apesar das visões de género ainda tradicionais, nas últimas décadas, Portugal, tem vindo&#xD;
a reforçar o apoio à parentalidade e à igualdade de género, com licenças parentais disponíveis para ambos os pais e alargamento da oferta pública de serviços de apoio à infância.&#xD;
[Capítulo 2]&#xD;
Ainda assim, a equidade no impacto da parentalidade nos rendimentos parece ainda&#xD;
longe de se cumprir – em Portugal, entre 2004 e 2020, os pais experienciaram um prémio&#xD;
relacionado com a parentalidade de 15%, em média, enquanto, nas mães, a variação relativa do rendimento não foi significativa. Aqui, a parentalidade parece ter condicionado&#xD;
a transição de pais e mães para um emprego remunerado, ainda que numa pequena percentagem. Estes resultados contrastam com os observados noutros países europeus onde, na&#xD;
maioria, as mulheres sofreram uma penalização do rendimento. De entre os pais e mães portugueses que sentiram que o seu estado de saúde se alterou aquando da parentalidade, a maioria&#xD;
reportou uma transição para um estado inferior a “muito bom”, enquanto na quase totalidade dos países europeus estudados a transição foi equilibrada. [Capítulo 3]&#xD;
Estes desafios relacionados com a parentalidade tendem a ser mais intensos nos primeiros&#xD;
anos de vida das crianças. De facto, em Portugal, tanto os pais como as mães reportaram&#xD;
despender mais tempo em tarefas domésticas ou de apoio aos filhos quando estes têm&#xD;
idades menores (5 anos ou menos, comparando com os de 12 anos ou mais), mas o número de&#xD;
horas dedicadas ao trabalho remunerado não foi menor nem a flexibilidade de horário foi&#xD;
maior. O conflito entre a carga laboral e familiar evidenciou-se nas mulheres, particularmente em fases mais precoces da vida familiar. [Capítulo 4]&#xD;
xiii&#xD;
Estes resultados espelham as diferentes vivências da parentalidade. De facto, nas entrevistas realizadas a pais e mães portugueses, verificou-se que a perspetiva de género sobre&#xD;
os papéis e direitos das mães e pais ainda não é equitativa, com diferentes impactos na&#xD;
vida profissional, pessoal e no bem-estar. As mulheres continuam a assumir a maioria das responsabilidades familiares e, mesmo que mantendo a carga laboral remunerada a tempo inteiro, em Portugal, sentem que a sua progressão na carreira é limitada pela necessidade&#xD;
de responder a tarefas de cuidado dos filhos. Em alguns países europeus, existe maior flexibilidade do mercado de trabalho, mas são as mulheres as que reduzem a sua carga laboral remunerada, passando a trabalhar em part-time. No caso dos homens, o impacto profissional,&#xD;
a existir, foi no sentido de aumentar a carga laboral ou de transição para cargos mais&#xD;
bem remunerados. Assim, ainda que os pais reportem cansaço e menor disponibilidade para&#xD;
exercício físico ou alimentação saudável, são as mulheres as que mais reportam ansiedade e&#xD;
sensação de culpa. Este diferencial sentiu-se também na pandemia de COVID-19, durante a&#xD;
qual as mulheres reportaram uma sobrecarga de trabalho remunerado e não remunerado, o&#xD;
que não ocorreu com alguns homens, que evidenciaram a possibilidade de passar tempo de&#xD;
qualidade com os filhos enquanto estiveram em teletrabalho. [Capítulo 5]&#xD;
Estas diferentes perspetivas de género sobre papéis e direitos de pais e mães poderão&#xD;
contribuir para o diferencial no acesso e utilização de medidas de apoio à parentalidade.&#xD;
A utilização das medidas maioritariamente pelas mães espelha, primeiramente, a crença de&#xD;
que este é um direito da mãe, expressada por pais e mães, evidenciada em contextos laborais e&#xD;
em serviços de apoio social. Assim, mesmo em países mais progressistas, as perspetivas mais&#xD;
tradicionais de género podem influenciar o acesso dos pais às licenças de parentalidade, a&#xD;
dispensa para aleitação ou a outras medidas de flexibilização do trabalho. Em segundo lugar, o&#xD;
desconhecimento dos homens da possibilidade de acesso a algumas das medidas de apoio à&#xD;
parentalidade pode contribuir para o seu menor usufruto. [Capítulo 5]&#xD;
Tendo em conta estes resultados, este livro branco enuncia cinco recomendações. Primeiramente, urge promover a discussão de papéis e direitos das mulheres e dos homens,&#xD;
no meio escolar, laboral e na sociedade. Em segundo lugar, porque as medidas adotadas em&#xD;
Portugal, se implementadas na sua completude, têm potencial para reduzir as desigualdades&#xD;
de género na parentalidade, e porque se evidenciou o desconhecimento de alguns pais e mães&#xD;
quanto à sua existência e finalidade, importa disseminar informação sobre as medidas que&#xD;
existem e assegurar que ambos os progenitores, independentemente do género, as&#xD;
conseguem acionar. Por fim, poderá ser pertinente promover uma discussão alargada&#xD;
sobre as medidas que melhoram o bem-estar da família e dos trabalhadores e reduzem&#xD;
as desigualdades de género e monitorizar e avaliar a utilização e o efeito destas medidas, de forma a informar as alterações necessárias para otimizar a sua efetividade no que&#xD;
concerne à redução do impacto das desigualdades no rendimento, percurso profissional e no&#xD;
bem-estar dos pais e mães. [Capítulo 6]
Description: Livro Branco do Projeto MERIT – MothERhood Income inequaliTy:&#xD;
A parentalidade, outrora aceite como uma obrigação natural, é hoje uma escolha mais autónoma. Contudo, as pressões sociais que recaem sobre mulheres e homens no momento de serem pais tornam a vivência desta experiência ainda mais desafiante. Por permanecerem enraizadas conceções tradicionais sobre a divisão do trabalho, que atribuem ao homem o papel de provedor da família e à mulher o papel de cuidadora, a parentalidade mantém-se como um acontecimento que pode acentuar desigualdades de género, nas esferas do trabalho pago e não pago.&#xD;
&#xD;
O presente Livro Branco estuda este impacto na vida profissional e pessoal dos pais e mães, assim como no seu bem-estar e, de forma a contextualizar e melhor compreender estes resultados, analisa as políticas adotadas de apoio à parentalidade, em Portugal e vários países europeus.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Métodos em Demografia</title>
    <link rel="alternate" href="https://hdl.handle.net/10216/152795" />
    <author>
      <name />
    </author>
    <id>https://hdl.handle.net/10216/152795</id>
    <updated>2023-09-23T06:17:55Z</updated>
    <published>2023-09-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Métodos em Demografia</summary>
    <dc:date>2023-09-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Elements of Health and Medical Geography (INDEX ONLY)</title>
    <link rel="alternate" href="https://hdl.handle.net/10216/143072" />
    <author>
      <name />
    </author>
    <id>https://hdl.handle.net/10216/143072</id>
    <updated>2023-11-27T12:29:32Z</updated>
    <published>2020-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Elements of Health and Medical Geography (INDEX ONLY)
Description: THIS IS THE INDEX ONLY.&#xD;
For the ebook please contact the authors directly.</summary>
    <dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

